Da Revista

Paixão pelo remo

05/02/2010

Rico de Souza é um dos cinquentões do surfe que você pode conferir na A+ deste mês. Mas ultimamente o veterano do longboard anda com uma nova paixão: o surfe stand up. Conheça um pouco mais da modalidade e saiba por que ela caiu no gosto do surfista.


Por Thaís Meinicke 

Como tudo relacionado ao surfe, o stand up se desenvolveu primeiro no Havaí, quando começou a ser utilizado pelos surfistas locais nas ondas da lotada praia de Waikiki para tirar fotos dos turistas que queriam aprender o esporte. A modalidade cresceu e se tornou uma vertente do surfe tradicional. Rico de Souza conheceu o stand up em uma de suas viagens à ilha.

- Fui ao Havaí há uns seis anos atrás e um amigo meu, o guarda-vidas Vitor Marsal, me emprestou uma prancha para andarmos de stand up juntos. Nesse dia, fomos surfar no canal de Sunset, as condições estavam difíceis e, como o stand up exige muito preparo físico, tomei a maior dura! Depois tentei de novo com outro amigo, o mar estava perfeito e eu me apaixonei pelo esporte – conta Rico.

Depois desse primeiro contato, o surfista resolveu fazer a primeira prancha de stand up no Brasil, para o big rider Eraldo Gueiros, e nunca mais parou de praticar o esporte.

- O stand up proporciona uma integração com a natureza e é muito prazeroso, tanto nos dias grandes de surfe quanto nos dias pequenos, quando não tem onda – explica.

Isso é possível porque o stand up se divide em duas vertentes: o stand up paddle, que é somente de remada, e o stand up surfing, de ondas e manobras. Se você não tem muita paciência para tomar caldos até aprender a surfar, ele pode ser a melhor alternativa para pegar onda. Mas Rico aconselha:
- Para aprender, escolha um lugar que seja flat (sem ondas) e uma prancha maior. No mar grande é preciso muita habilidade.

Envie para um amigo

Envie seu comentário

Enviar
Ttulo
M
X
R